Esse título carrega toda a dedicação da MISSÃO de promover a formação humana e profissional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, gerando conhecimento para o desenvolvimento regional, com inovação e sustentabilidade.
Com a VISÃO de ser uma Universidade inovadora, reconhecida pela sua relevância social como agente de desenvolvimento regional, a Unoesc está presente em todo o Oeste Catarinense, com sede em Joaçaba e instalada em 12 municípios da região.
Tudo isso faz da Unoesc uma grande Universidade, que celebra seus 30 anos de credenciamento pelo MEC, mantida há 58 anos pela Fundação Universidade do Oeste de Santa Catarina (Funoesc), a qual, além da Universidade, atua como mantenedora do Hospital Universitário Santa Terezinha, do Ambulatório Universitário (AMU) e da rede de Colégios Unoesc.
Em seus 12 campi, atuam mais de 550 professores em mais de 200 cursos entre Graduação, Extensão e Pós-graduação (Lato e Stricto Sensu).
Depoimentos
Em primeiro lugar, agradeço, de coração, a lembrança do meu nome, que certamente foi encontrado nos anais da Instituição, para participar deste evento de comemoração dos 30 anos de credenciamento da Unoesc como Universidade, ocorrido em 14 de agosto de 1996. Sem dúvida, um marco para o Ensino Superior catarinense.
Optei por enviar este texto, simples e humilde, porém, repleto de muita gratidão e carinho a todos que fizeram parte dessa maravilhosa equipe, da qual me permito citar dois professores: Aristides Cimadon e Luiz Carlos Lukmann, que lideraram o processo de pensar, escrever e tramitar, junto aos órgãos competentes, o "Projeto de Universidade". Não foi nada fácil! Foram inúmeros desafios, vencidos um a um, com paciência, sabedoria, serenidade, foco, disciplina e determinação, até culminarem com o credenciamento.
Tive o privilégio de ser convidada para participar da equipe como egressa da primeira turma do meu amado Curso de Ciências Contábeis da Unoesc Joaçaba, como professora e coordenadora do curso. Tal como os demais membros da equipe, dei o melhor de mim em todos os momentos em que fomos acionados.
Hoje, permito-me dizer que a vitória foi de todos que, em agosto de 1996, estavam engajados em um único projeto "Credenciar a Unoesc como universidade". Cada um de nós, liderados por professores competentes, dinâmicos e com visão de futuro, colocou nosso pequenino grão de areia nessa construção ainda iniciante, que hoje se consolidou como uma respeitada Instituição, representando com excelência não apenas o Meio-Oeste e o Oeste catarinense, mas todo o Estado de Santa Catarina e a Região Sul do Brasil, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão.
A todos que, durante esses 30 anos, trabalharam e trabalham para dignificar a marca "Unoesc", como disseminadora de conhecimento, nossa eterna gratidão.
Dorvalina Lange
Quando volto o olhar para os 30 anos do reconhecimento da Unoesc como Universidade pelo Ministério da Educação, sou tomado por um sentimento que mistura orgulho, gratidão e emoção. Mais do que recordar uma data histórica, recordo uma trajetória construída por muitas mãos, marcada por desafios, coragem e pela convicção de que a educação transforma pessoas e comunidades.
Tive a honra de integrar a comissão de instalação da Universidade, liderada pelo professor Aristides Cimadon, em um período de intenso trabalho e grandes responsabilidades. Havia inúmeros obstáculos, mas existia algo ainda maior: a certeza de que o Oeste de Santa Catarina merecia uma Universidade forte, comprometida com o desenvolvimento regional e capaz de ampliar oportunidades para milhares de pessoas.
Naquele momento, talvez não tivéssemos plena consciência da dimensão do que estávamos construindo. Sabíamos apenas que compartilhávamos um sonho coletivo. Cada reunião, cada decisão e cada esforço representavam um passo importante na consolidação de um projeto que buscava formar profissionais, produzir conhecimento e contribuir para o crescimento de toda a região.
O reconhecimento da Unoesc como Universidade, oficializado em 14 de agosto de 1996, foi resultado de anos de planejamento, dedicação e trabalho conjunto de lideranças comunitárias, educadores, gestores e colaboradores que acreditaram no potencial transformador do Ensino Superior comunitário. Foi uma conquista construída com diálogo, compromisso e perseverança.
Passadas três décadas, é gratificante ver o quanto aquele sonho floresceu. A Unoesc expandiu sua presença, consolidou o ensino, a pesquisa e a extensão, formou milhares de profissionais e transformou inúmeras vidas. Hoje, ocupa lugar de destaque entre as principais universidades comunitárias de Santa Catarina, contribuindo de forma efetiva para o desenvolvimento social, científico e econômico da região.
Guardo com carinho a lembrança de todos que participaram dessa caminhada. Homens e mulheres que colocaram seu conhecimento, seu tempo e sua dedicação a serviço de um ideal que ultrapassava interesses individuais. O legado construído por essas pessoas permanece vivo na história da Instituição e nas oportunidades que ela continua oferecendo às novas gerações.
Sinto-me privilegiado por ter participado desse momento histórico e por acompanhar os frutos de um trabalho que continua produzindo resultados. Celebrar os 30 anos da Unoesc é, acima de tudo, celebrar a visão, a coragem e o espírito coletivo daqueles que acreditaram que investir em educação era investir no futuro do Oeste catarinense.
Parabenizo a Unoesc e todas as pessoas que fizeram e continuam fazendo parte dessa trajetória. Que a Universidade siga inspirando sonhos, formando cidadãos e profissionais comprometidos com a sociedade e promovendo o desenvolvimento da nossa região por muitas décadas.
Osmar Mena Barreto
Ingressei na Unoesc em 1º de março de 1994, três anos após o protocolo do projeto inicial para criação da Universidade do Oeste de Santa Catarina, em 1991, fruto da fusão das faculdades isoladas de Chapecó, Joaçaba e Videira. Ainda em maio de 1994, fui eleito Chefe do Departamento de Ciências Administrativas do então Campus Aproximado de São Miguel do Oeste, unidade vinculada ao Campus de Chapecó, antiga Fundeste.
À época os gestores universitários eram escolhidos por meio de eleições com participação da comunidade acadêmica. Logo fui indicado para compor um dos vários Grupos de Trabalho (GT) que construíram o Projeto de Universidade, aprovado em 1996, que neste ano completa 30 anos. Participávamos de reuniões semanais na Reitoria, em Chapecó, até concluirmos os vários fascículos que compuseram o projeto. O resultado foi tão volumoso que gerou até taxa por excesso de bagagem no envio ao Ministério da Educação.
A aprovação final foi comemorada como uma grandiosa conquista, pois a obtenção do status de "Universidade" tinha como principal resultado a tão sonhada "autonomia" acadêmica e administrativa, que permitia a criação de novos cursos de Graduação sem a necessidade de autorização prévia do Ministério da Educação.
O caso da Unoesc não era um fenômeno isolado, mas integrava um movimento nacional, com maior intensidade na Região Sul, que resultou na criação de diversas universidades comunitárias no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a partir da fusão de instituições isoladas de Ensino Superior em torno de um projeto de universidade. Esse movimento delineou os sistemas Acafe, em Santa Catarina, e Comung, no Rio Grande do Sul. À época, a pesquisa e a Pós-graduação stricto sensu eram incipientes nessas instituições, mas esse foi um marco importante para os anos e décadas seguintes.
Nestes 30 anos, a Unoesc cresceu e se desenvolveu em sintonia com as mudanças que ocorriam nos cenários regional, estadual e nacional. Essa história é longa e complexa, envolvendo múltiplas dimensões, para caber em um texto de até 400 palavras, mas é um marco para conhecer os detalhes de cada momento dessa trajetória.
De minha parte, foi um prazer fazer parte dessa história durante quase 32 anos de vínculo com a Unoesc, onde desempenhei diversos papéis, como professor, extensionista, pesquisador, chefe de departamento, diretor de área, pró-reitor, vice-reitor e coordenador do Mestrado Profissional em Administração. Faço votos que a Unoesc siga contribuindo para o desenvolvimento regional do Grande Oeste de Santa Catarina por muitos e muitos anos.
Dr. Nelson Santos Machado
Muito além de um Projeto: memórias dos bastidores da construção da Unoesc
Há lembranças que o tempo não apaga. Participar da comissão responsável pela elaboração do projeto que levou ao credenciamento da Unoesc como universidade é, sem dúvida, uma delas. Sempre que volto a pensar naquele período, não me vêm à memória apenas os documentos, as reuniões intermináveis com as diferentes Fundações Educacionais que vieram se juntar ao Projeto de Universidade ou a preocupação com os prazos. Lembro, sobretudo, das pessoas, da dedicação de cada um e da certeza de que estávamos ajudando a construir algo que faria diferença para toda a nossa região.
O trabalho era intenso. Foram meses de muitas discussões, negociações, estudos, revisões e redações. Cada capítulo do projeto era debatido com cuidado, porque sabíamos que aquele documento precisava refletir não apenas os requisitos exigidos pelo Ministério da Educação, mas também o sonho de tantas pessoas que acreditavam na força do ensino superior para transformar o Oeste catarinense.
Nesse processo, o professor Aristides Cimadon foi a principal liderança. Tinha uma capacidade admirável de conduzir as discussões, ouvir diferentes opiniões e tomar decisões quando elas se faziam necessárias. Nos momentos de maior pressão, transmitia segurança e mantinha o grupo focado no objetivo maior.
Uma situação marcou profundamente aquele período. Quando o projeto estava praticamente pronto para ser encaminhado ao Ministério da Educação, descobrimos que seu conteúdo havia sido acessado indevidamente e utilizado por um grupo de uma instituição vizinha. Foi um golpe inesperado. Em vez de desanimarmos, arregaçamos as mangas. Em poucos dias, praticamente reconstruímos boa parte do trabalho, reescrevendo capítulos, reorganizando a proposta e aperfeiçoando o projeto. Foi justamente nesse processo que também consolidamos a denominação UNOESC, que passaria a identificar a universidade do Oeste de Santa Catarina que estávamos ajudando a criar.
Entre tantas recordações, há uma que guardo com muito carinho. Depois desse grande esforço de reestruturação do projeto, surgiu a preocupação com o prazo final para o protocolo em Brasília. Lembro-me de que, ainda de madrugada, viajei com o professor Vicente de Paula Souza e o professor Jorge Chiereguini até Curitiba. De lá, o professor Vicente embarcou para Brasília levando o projeto, que precisava ser protocolado no último dia possível. A tensão era grande, mas também havia a satisfação de saber que havíamos feito todo o esforço necessário para entregar um trabalho do qual podíamos nos orgulhar. Sempre que recordo essa viagem, lembro da responsabilidade que carregávamos e, ao mesmo tempo, da confiança que existia entre nós. É uma das lembranças mais marcantes de toda essa caminhada.
Passados trinta anos do reconhecimento da Unoesc como universidade, sinto uma profunda gratidão por ter participado dessa história. Mais do que colaborar na elaboração de um projeto institucional, tive o privilégio de fazer parte de um grupo de pessoas que acreditou em um sonho coletivo e trabalhou para transformá-lo em realidade. Ver a Unoesc consolidada, formando profissionais, produzindo conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento de tantas comunidades, é uma alegria que o tempo apenas reforçou.
Prof. Célio Alves de Oliveira
Toque em cada marco para ver os detalhes daquele momento da nossa trajetória.
Criação da Fundação Universitária do Oeste Catarinense, em Joaçaba.
Marco regulatórioLei Municipal n.º 545 - Criação da Fundação Universitária do Oeste Catarinense (Fuoc).
Construção das primeiras estruturas próprias em Joaçaba.
Lançamento da Revista Roteiro.
Alteração da Lei n.º 545/68 pela Lei n.º 1.637/90, criando a Fundação Educacional Unificada do Oeste de Santa Catarina (Unoeste), que possibilitou a estrutura multicampi.
A sigla Unoeste é alterada para Unoesc pela Lei n.º 1.673/1991. O Parecer do Conselho Federal de Educação n.º 102/1991 aprova a Carta-Consulta, e o Parecer n.º 587/1991 autoriza a criação da Universidade.
Criação do Fundo de Apoio à Pesquisa na Unoesc.
Aprovação do Regulamento da Extensão na Unoesc.
Criação do Programa Institucional de Bolsas e Iniciação Científica — Pibic/Unoesc.
Mestrado e Doutorado em parceria com Cuba.
Minter UFSC nas áreas de Letras, Administração, Direito e Docência do Ensino Superior.
Inauguração do Centro Administrativo da Unoesc Videira.
Decreto n.º 4.916 credencia os campi de Capinzal, Campos Novos, Fraiburgo, Maravilha, Pinhalzinho e São José do Cedro.
Credenciamento EaD Unoesc — Portaria n.º 258, de 24 de março de 2009.
Aprovação do Programa de Mobilidade Acadêmica.
Criação do Mestrado em Administração e do Mestrado em Direito.
Portaria n.º 634, de 30 de outubro de 2014, qualifica a Unoesc como Instituição Comunitária.
Recredenciamento Unoesc — Portaria n.º 1.384, de 19 de dezembro.
Certificado de Responsabilidade Social da Alesc.
Parecer CNE-CES n.º 230/2019 aprova a extensão da autonomia da Unoesc. Portaria n.º 1.212, de 25 de junho de 2019, estende as prerrogativas de autonomia.
Aquisição do Colégio SuperAtivo.
Recredenciamento Unoesc EaD — Portaria n.º 1.036, de 17 de dezembro.
30
anos de Universidade · 58 anos de fundação
Em 2026, a Universidade do Oeste de Santa Catarina celebra 30 anos desde seu credenciamento pelo MEC e 58 anos da fundação. Esse marco histórico representa a consolidação de uma Universidade comprometida com a formação humana e profissional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, gerando conhecimento e desenvolvimento regional com inovação e sustentabilidade.
Muito mais do que um marco histórico, esse momento representa a dedicação de cada membro da família Unoesc: dirigentes, colaboradores, professores, estudantes e toda a comunidade catarinense impactada pelas constantes iniciativas inovadoras da Universidade.